terça-feira, 18 de outubro de 2016

E então Alima, esta história do assassino de Aguiar da Beira deve ter algo de bom, não?

Hum... Digamos que boa parte dos meus familiares, amigos e vizinhos que tenho pela Freita tiveram direito a tempo de antena na TV e outros meios de comunicação.  Digo boa parte porque aquilo é um deserto de gente, logo poucos foram os que não foram entrevistados. É que o homem foi-se mesmo esconder nas imediações da minha aldeia. E quando soube disso, comecei a pintar o cenário de um homem enfiado na minha casa isolada no meio da serra, a beber chá e refastelado no sofá.

Vi que o meu tio estava sóbrio (coisa que já não o via desde o ano passado) e coxo (talvez devido a uma queda em momento ébrio). E que deu uma entrevista e pêras, com um discurso do caraças. E bem vestidinho, caramba!
Descobri que essa sobriedade se deve ao facto de ter havido recolher obrigatório, logo não havia tasco nem suecada para ninguém depois das 20h. Logo o meu tio e a cambada de gente de meia idade e de idade avançada teve que ficar enfiado em casa, a ver a telenovela, com as suas digníssimas esposas.

E é isto. 

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