sábado, 26 de dezembro de 2015

Merdas que os meus familiares dizem na noite da Consoada

- Só chego aí por volta das 20h. Começai a limpar a casa, a pôr a mesa, metam a comida ao lume que depois eu chego para vos ajudar
                              (Frase proferida pela tia sempre a mesma merda todos os anos que chega às 21h)

- As batatas? AI AS BATATAS!!!! Ai que batatas tão insossas! E eu que gosto tanto de comer batatas neste dia!!!!
                         (Frase proferida pela outra tia sempre a mesma ladainha todos os anos que chega à hora do jantar)

- As couves? Ai as couves??? Ai que couves tão duras! Ninguém cozeu umas couvitas galegas? Ai que gosto tanto de couve galega e só há tronchuda...
                                             (Frase proferida pela mesma tia, que por acaso trouxe tronchudas, apesar de gostar de couve galega)

- Ai... eu agora não posso estar aqui a vergar a mola, mais que as outras. Afinal sou mãe de duas futuras engenheiras!
                                            (Frase proferida por uma tia cujas filhas entraram em engenharia com média de 12, uma das quais está há oito ano no Ensino Superior)

- O meu Mercedes é mais velho que o teu, mas de certeza que vale muito muito mais que o teu!
                                        (Frase proferida por tio que é o mais inteligente e mais esperto que o resto da família... um sábio do caraças!)

- Os negócios não estão maus... estão MUITO MAUS! Qualquer dia, fecho a empresa e ....
                            (Frase proferida pelo tio que tem uma valente casa e dois valentes carrões e tudo graças à reforma de professora da esposa)

- Acredita Alima, os meus ensinamentos de Yoga são baseados na cura... Eu pego nas minhas espadas orientais, passo por cima de um doente e consigo CURÁ-LO!
                         (frase proferida pela tia louca que agora virou budista e vegetariana, professora de Yoga e que está a fazer competição com os médicos)


- Eu não entendo, Alima, como é que tu resolveste voltar à faculdade... Tipo eu tirei o meu curso e não quero tirar mais nenhum. Quero viajar por todo o mundo, conhecer países, nem que para isso tenha que dormir no chão e andar de mochila às costas...
                          (frase proferida pela hippie da minha prima, com 36 anos, filha da tia louca budista que, sim, tem viajado muito, mas e depois...?)

- Ahahaahaha... quem era aquele que estava agarrado a ti, a comer bananas e de copo na mão?
                           (pergunta feita pelo primo boémio que chega ao jantar da consoada com meia camisa desabotoada)




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