quinta-feira, 30 de abril de 2015

Caro C.,

Quando na mesa da esplanada disseste-me que já arranjaste alguém, esbocei um sorriso autêntico e desejei-te a maior sorte. Sabia que tal novidade aconteceria mais cedo ou mais tarde, apenas esperava saber quando.

Julgo que os nossos encontros de uma tarde deveriam acabar. Afinal, após a tua novidade, poucos assuntos surgiram à minha cabeça. Não podemos discutir relações, nem podemos fazer mais promessas um ao outro. E tampouco sinto-me à vontade de ir passar uma tarde contigo outra vez. Sentir-me-ia uma clandestina.


O farol, o nosso farol, iluminará os nossos diferentes caminhos de certeza.

Adeus... e já sabes, felicidades :)

1 impressões:

S* disse...

Engraçado, nunca coleccionei nada... mas lembro-me bem desses cãezinhos!!

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