sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Caro F.

Graças a ti e muitas mais pessoas, consegui que as minhas férias de Natal que duraram até hoje foram simplesmente impecáveis.

Gostei dos jantares, dos cafés que combinamos. Gostei particularmente daquele café que tomamos só os dois naquele café-santuário na tua zona. Achei tão fofinha a decoração e o espaço em si que à saída dei os meus parabéns à dona do café.

No entanto caro F., peço desculpas se eventualmente te induzi em erro. No outro dia, quando estávamos no meu bar favorito entre amigos e tu me arrastaste para a pista de dança e me fizeste jurar que iria parar com a mania que tenho de morder o lábio porque estava subtilmente a provocar-te, eu também te jurei que não estava com intenções de provocar a ti nem a ninguém.  Ficaste a olhar para mim e sem querer os teus pensamentos viraram sussurros que foram perceptíveis por mim mesmo com a musica alta. "Mas afinal, qual é a tua? Que pretendes afinal?", sussurraste. Eu limitei a sorrir para ti e de uma forma um bocado leviana respondi "Nada".

Antes de ir para a cama conferi as sms e chamadas que me poderiam ter enviado e tinha umas três sms tuas. Enviaste-as depois de termos ido para casa. Chamaste-me presunçosa e disseste que eu tinha a mania que era mais que os outros. Chamaste-me cobarde por ter tido oportunidade de ter tido a faca e o queijo na mão contigo e com o ex seminarista só num mês e que eu simplesmente evitei a todo custo só porque gosto não gosto de montanhas russas.
Não te respondi temendo dar uma resposta pouco própria nunca falamos sobre isso pessoalmente. Espero bem que tenha sido a alcool a falar por ti apenas.

De qualquer forma, estarei ausente daqui até Junho. Espero bem que te aguentes...

Alima

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